Skip to content

Narrow screen resolution Wide screen resolution Increase font size Decrease font size Default font size
Entrada seta Tradições
Tradições PDF Imprimir e-mail
Escrito por Administrator   
20-Fev-2008

Tradições, Locais e Amizades...

Desde a sua fundação que a TransmonTuna logo delineou os princípios pelos quais se deveria reger, bem como alguns dos usos e costumes que ainda hoje se praticam. No entanto, a maioria das suas tradições são derivadas da convivência entre todos e da criação de um espírito único que nos é característico.

Na gloriosa noite de 17 de Abril de 1998, logo ficou estipulado que a TransmonTuna seria uma Tuna masculina, aberta a todos os estudantes de Trás-os-Montes e Alto Douro, com o objectivo de manter bem vivo os espíritos académico e trovadoresco e dignificar a cidade de Vila Real e a sua mui nobre Academia. A primeira bandeira adoptada foi assim a desta cidade, que continuamos a ostentar com indisfarçável orgulho onde quer que estejemos.

Uma necessidade evidente foi também a de idealizar uma designação, bem como um traje para os caloiros. O nome Palhuço (segundo alguns a junção das palavras palhaço e urso) nome de um traje típico transmontano, foi adoptado, sendo hoje já difícil dissociar o termo Palhuço da TransmonTuna no vocabulário popular. O traje apresentaria as cores da nossa Universidade: o azul e amarelo, com o emblema da TransmonTuna ao peito e o brasão da Universidade no braço direito. Uma faixa negra colocada transversalmente distinguiria os palhuços mais antigos, onde estes poderiam colocar os emblemas dos locais onde tivessem actuado.

O enfaixamento logo se tornou a primeira das tradições exclusivas dos palhuços, cuja cerimonial, secreto, é desconhecido dos TransmonTunos. A eleição do Chefe dos Palhuços é hoje efectuada democraticamente pelos seus semelhantes, cabendo a este responsabilidades acrescidas, devendo-se certificar do cumprimento das funções da palhuçada e sendo seu porta-voz perante os Tunos.

Mas, afinal... Por onde é que andam estes gajos?

Bom, se não andamos por aí à noite dedicando serenatas incertas a janelas discretas (e vice-versa), estamos com certeza ou a ensaiar (segundas e quintas no CIFOP das 21:30 às 24:00, mais coisa, menos coisa) ou nos locais tão caros a todos os estudantes, onde o fruto da videira jorra da Fonte de Baco. É aí que paramos, bebemos, cantamos, encantamos, bebemos, tocamos, bebemos... hic... etc...

Muito provavelmente estaremos no Café Pioledo ou na Taberna do Estudante (se até lá a ti' Isabel não nos tiver escorraçado, a lanchar, jantar, tomar café, a criar raízes - esta última para o Giga) ou simplesmente a dar cabo do juízo à ti' Isabel ou ao Sr Daniel, que, estoicamente e para mal dos seus pecados, continuam a aturar-nos.

Mas, quando é para a verdadeira desgraça, não é raro sermos encontrados no Retiro da Marginal, tratando de esgotar todo o stock de vinho, receita e traçadinho (curiosamente, quanto mais bebemos mais nos aparece na mesa, mas, como diz o Sr. Carlos: "Só pagaindes o que consumindes!").

É de clarificar (quanto mais não seja porque os nossos pais também podem ver este site) que o facto de todos os sítios em que nos encontramos serem cafés, bares, tabernas, restaurantes ou tascos é pura coincidência, e é também evidente que há sítios para onde vamos dos quais nem os deuses sabem, mas isso, é outra história...

O que é que nos faz tilintar?

Nem só de aulas, estudo, frequências e exames vive o estudante, e os elementos da TransmonTuna são disso prova. Há gostos e paixões que fomos adquirindo ao longo destes anos, que se tornaram agora simplesmente indispensáveis e sem os quais sentimos que falta uma grande parte de nós, entre os quais encontrámos...

A Madrinha
 

Que seria de nós sem a Joaninha, a nossa madrinha, amiga, musa, conselheira e mais que tudo? Ela tem-nos acompanhado desde a Fundação (o que lhe valeu a carinhosa alcunha de A Cola), acompanhando-nos desde o princípio e conhecendo cada pequeno detalhe de cada um de nós, salvo seja. Possuidora de uma voz angelical (aliada a uma silhueta...), paciência e, acima de tudo, detentora dos nossos corações, a nossa Madrinha faz parte da TransmonTuna tanto como qualquer um de nós.

Pois é, é boa mas é nossa!!!

 madrinha
Napoleón
 
 napoleon

Este homem é, sem dúvida, um dos grandes ídolos da TransmonTuna. Chefe da Tuna de Veteranos de Coruña em Espanha, Napoleón é o Tuno mais antigo do mundo, estando nós certos de que se trata também do melhor. Sempre acompanhado da Rosa, uma dama espanhola amante das Tunas e musa inspiradora de qualquer grupo de noctívagos trovadores que essa denominação mereça, Napoleón tem na sua alegria, espontaneidade e juventude as qualidades que fazem dele uma referência no que diz respeito á arte de bem Tunar. Assim sendo, foi com grande alegria que ganhamos o Prémio Napoleon no I Trovadores, organizado pela Oportuna, que se destinava a premiar a Tuna mais Tuna do evento. Prémio ainda maior foi a conquista da sua amizade. Que por muitos e bons anos nos possa acompanhar pelas ruas trovando à luz do luar, apregoando: Alegria, c...lho, Viagra!

  

A Noite

É à noite que tudo pode acontecer, e é à noite que efectivamente tudo acontece. A luz da lua projecta a sombra das nossas capas ondulantes à medida que atravessamos as ruas desta cidade, dedicando serenatas às desprevenidas donzelas. É a noite que nos dá abrigo, acompanha, envolve e embriaga.

A Música

Tantas horas passadas, tão bons momentos devemos ao gosto que todos partilhamos pela música... é, sem dúvida, um dos pilares que erguem bem alto a nossa amizade.

As Gaijas (Resmas, paletes, CAMIÕES TIRES de gaijas)

Para além das nossas adoradas (que nunca elas se descubram umas às outras), uma das nossas maiores paixões é aquela prole, fruto divino da inspiração do Criador, que carinhosamente apelidamos de GAIJEDO.

A cidade de Vila Real

Não podia aqui faltar, evidentemente. É a cidade que acolhe a nossa Academia e isso, por si só, já era mais que suficiente para aqui constar; mas ficarmo-nos apenas por aqui seria inglório para esta cidade, que nos ofereceu tanto e continua a oferecer, e para os seus habitantes, que nos acolhem com confiança e nos fazem sentir verdadeiros Transmontanos. Cidade amada, fonte de inspiração e beleza, quer das suas monumentais paisagens, quer da candura das moças Vila-Realenses.

As fontes de Baco por nós frequentadas

E elas são tantas... desde o Café Pioledo, passando pelo  CU (Café Universidade) e pela Portinha até à Taberna do Estudante... que nos recebem e nas quais temos tantas historias que preenchem as nossas memórias e tantas outras por viver que não podiam deixar de aqui constar.

E tantas, tantas outras...

Actualizado em ( 20-Fev-2008 )
 
Top